Mais uma vez eu sento a frente de um computador.
Sem nada para escrever. Sem nada pra soletrar. Sem nada para esforçar.
Cheio de provas, exercícios,trabalhos; Tarefas à cumprir.
Nada!
Mas nada me sufoca tanto. Quanto um fim de semestre que acontece à cada seis meses.Fico furioso.Não estudo. Não consigo cumprir meu trabalho. Tudo se torna um saco.
Vou pra aula.
Acordo cedo.
Estudo!Pelo menos tento.
Já pensando no que terei pra fazer, ainda pro resto do dia.
A vida estudantil vira um fracasso.
Eu me sinto um fracassado. Me vejo frente ao erro. Preciso praticar.
O sufixo então fica longe do prefixo. E a realidade dura e pena, vêm à tona. De acreditar.
Acredite, Acredite, Acredite. É verdade. Eu trabalho demais.
Então vejo que os gols da vida vão se passando e eu ficando no mercenarismo de magnatas.
A vida passa então depressa na Terra, que se não tomardes cuidados!
Entras dentro del'a.
Mas é leve e passageira para que os minutos sejam sagrados... Sejam salvos.
E quem paga mais no sal? Leva.
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