então é natal
e o que você fez?

Eu me embalei...
Me bailei nos bailes de outono..inverno.

Surtei por algo, que não via tão perto de mim..mas que porém, sentia.

Você até não saía para bailar...
Sua mãe então me concedeu este libertino certa vez.

Que bailassemos pela praça,
pelos bancos de cimento.comigo,
Aqueles foram meus momentos.
Eu te tirei do conforto; Então...

Dos braços do teu pai.
De tua madre.
Escolhi por te dar as asas.

Eu sentia teu cheiro. Teu gosto. Tua voz. Teu olhar, Perto de mim.
E eu só! Confuso.
Eu era um Zé. Um Bento.
E naquela sua linda voz. Queria apenas ainda, somente o seu beijo.

Mas tu naqueles dias preferistes o ardor carnal.
De um Escobar de nó sem sentido, sem afeto. Talvez o teu primeiro beijo.
Que levaria suas penas e pesares para o ontem de mim.

Eu queria te matar. Queria te calar.
Te visitar no céu. Enxergando-a com um véu.
Pois sua fala era para mim.

Mas hoje você voa...
Voa para se substimar..
Mas voe..
Pois você...e eu

Lí já.
um amor em teu de capítu.los.

eu rasgo este jornal.
para participar são, de compartilhamentos
com as novas artesãs.

Cãogratulations!

.
I hate you .

deixa o amanhã dizer...

embalada pela indescritível voz da marisa, volto ao blog
dessa vez para declarar-me apaixonada pelo presente
esse mesmo, que recebo sempre que abro os olhos e o encontro
um novo dia
pra poder fazer dele o que eu achar o melhor ali,
independente de

e ainda acredito que é nele que podemos fazer o melhor,
dar o melhor de nós

livre de clichês, quero estar apenas hoje
deixa o amanhã dizer...



para aqueles que gostariam de saber
deixaria tudo outra vez se fosse possível

Tudo é relativo!

Tinha ainda aqui um sonho de narrar as viagens.
Mas agora "me calo com a boca de feijão."
Pois as viajens fora maior.

Pateticamente feramente frágido.